quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Catto inflama sua paixão e personalidade em 'Fôlego', álbum de fogo alto



Ao debutar no mercado fonográfico em 2009 com a edição independente do EP Saga, Filipe Catto já mostrou ser intérprete passional que arde no fogo das paixões exauridas em ritmos quentes. Dois anos depois, o jovem cantor e compositor gaúcho estreia na Universal Music com seu primeiro álbum, Fôlego, para tentar a travessia para o mainstream. Com sua voz de contratenor, herdeira da linhagem aberta na música brasileira por Ney Matogrosso, Catto inflama paixão e personalidade em álbum que, embora filtrado pela visão de dois produtores aparentemente fora de sintonia com o universo dramático do artista (Dadi e Paul Ralphes), mantém o canto do rapaz em ponto de fervura. Remanescentes do EP de 2009, o tangoSaga (Filipe Catto) e o samba-choro Crime Passional (Filipe Catto) foram reaproveitados emFôlego sem diluir o teor de novidade do álbum, cujo repertório mistura inéditas autorais - das quais Adoração (Filipe Catto) se insinua como a mais bem acabada e vocacionada para as paradas - com seis regravações bem sacadas. Ave de Prata (Zé Ramalho) alça voo alto e surpreendente 32 anos após ter batizado o primeiro LP de Elba Ramalho. Tema gravado por Lila Downs para a trilha sonora do filme norte-americano Frida (2002), Alcoba Azul (Herman Bravo Varela) ronda o universo do tango e evoca a latinidade efervescente que pontuava o EP Saga. Um dos maiores sucessos do cantor e compositor pernambucano Reginaldo Rossi, Garçon - tema da lavra do próprio Rossi - ganha densidade, ajustada ao tom  incandescente do repertório de Catto. Que já dialoga naturalmente com o universo kitsch da canção sentimental brasileira em músicas como Gardênia Branca (Filipe Catto). A chama das letras inflamadas não se apaga nem quando o intérprete cai no samba com Roupa do Corpo (Filipe Catto). Aliás, emJuro por Deus (de versos como "Juro por Deus, já pensei até mesmo / Em provar do extremo / De misturar sonrisal, guaraná / Rum, cachaça e veneno"), o samba é retratado como a válvula de escape de relação já envenenada em verso cantado justamente quando a música entra na cadência bonita do ritmo que identifica o Brasil. Mas Catto extravasa rótulos e ritmos. Ao tirar Dia Perfeito (Marcelo Gross) do universo roqueiro do grupo gaúcho Cachorro Grande, o intérprete leva o blues para um universo de cabaré habitado também por Johnny, Jack & Jameson (Filipe Catto). Em tom mais denso, Rima Rica / Frase Feita - música da lavra de outro conterrâneo de Catto, Nei Lisboa - reforça a intensidade de Fôlego.  Nem mesmo temas autorais menos inspirados como a balada Redoma (Filipe Catto) e uma regravação quase sem sentido - 2 Perdidos, bela, delicada e tristonha canção de Dadi com Arnaldo Antunes que deixa a impressão incômoda de ter entrado no disco somente pelo fato de o Leãozinho ser um dos produtores de Fôlego - apagam o fogo alto de Filipe Catto, intérprete de fôlego e futuro.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Veneno de Fogo



Rapaz de voz feminina não é exatamente uma novidade no mundo. Em 1550 na Espanha o primeiro castrati surgiu e o resultado foi o nascimento de um homem cantor, porém com a voz de um soprano menino. Escolher o drama como carro chefe na hora de interpretar canções também não é exatamente uma exceção no mundo masculino, visto que Cauby Peixoto e Toni Platão (apenas para citar duas extremidades bem opostas), adoram letras de amores impossíveis e derramados. Mas então por que Filipe Catto está fazendo tanto barulho e chega agora ao seu primeiro disco causando o impacto dos grandes? Vou tentar decifrar aquilo que não se explica.

Numa tarde cheia de coisas para fazer, mais especificamente no dia 12/07/2010, passei rapidamente pelo computador, vi o anúncio de um show que acabara de começar no site Trama Virtual e dei “enter”. E nunca mais tive sossego. Um cara de gestos quase autistas cantava como se não houvesse amanhã com uma atitude que misturava Mick Jagger com Maria Callas. E eu fui atrás dele nas redes, nos palcos e na vida. E assim ficamos conversados até essa semana quando, finalmente e ao mesmo tempo tão rápido, o tal primeiro disco “oficial” de Filpe Catto chega às lojas e aos ouvidos do Brasil.

“Fôlego” é um disco de prender a respiração. Um diário em carne viva de um garoto de 23 anos que é largado na arena cheia de leões de uma multinacional e consegue se manter ileso, mantendo sua personalidade e iluminação. Um retrato fiel com começo, meio e fim desse menino que não tem medo de seus limites, que jamais se permitiria cair na malha sedutora de um sucesso imediato geralmente proposto por grandes gravadoras. Mesmo sendo guiado dentro do estúdio por dois improváveis produtores para esse projeto, Paul Ralphes e Dadi, a possibilidade desse dois gigantes zerarem as idéias já maturadas e potentes de Filipe eram nulas. Sua música nasce no berço esplêndido dos que já nascem sabendo o que querem.

Filipe Catto é, para mim, essencialmente um intérprete. Ter sua voz de extrema personalidade a serviço de tantas canções esquecidas no tempo é mais tentador que estimular mais um compositor nesse país que hoje em dia desfruta de um excesso de contingente nesse quesito, nem sempre gerando “gênios” criadores de letras pertinentes e melodias necessárias. Mas o destino não escolhe a hora e Filipe diz “receber” algumas músicas em sua mente privilegiada que se tornam urgentes, querendo se mostrar, por isso o álbum trafega entre canções autorais realmente já prontas (“Adoração”, “Saga” e “Crime Passional”) e “meninices” ainda por amadurecer (“Gardênia Branca”e “Roupa do Corpo”). Mas é quando sua voz, afiada como um punhal , transpassa as harmonias e as palavras de”Ave de Prata’ de Zé Ramalho que o som de Filipe Catto realmente transcende a barreira do impossível . Uma canção fadada a ficar para sempre no baú do esquecimento das grandes canções nunca retomadas, essa “Ave” encontra na garganta de Filipe o motivo de eterno vôo no imaginário da música popular brasileira. Ironicamente ela é a ultima faixa do disco, causando desejo imediato de voltar ao início do álbum e desfrutar novamente da extrema personalidade vocal de Filipe Catto. Outra apropriação certeira e emocionante é “Alcoba Azul” gravada por Lila Downs para a trilha do filme “Frida” em 2002, a interpretação de Filipe Catto é um lamento devastador causando o mesmo efeito lancinante do registro de “Los Hermanos” por Elis Regina em 1976. Só por essas duas canções você já deveria estar a caminho da loja mais próxima.

Para os mais desavisados, convido a procurar por Filipe Catto no YouTube. Sua presença de palco não deixa dúvidas e confirma ainda mais sua garganta privilegiada. Ali aparecerão os primeiros registros em vídeo, suas primeiras entrevistas vacilantes, sua versão informal para “Vogue’ da Madonna, a interpretação em carne viva de “Non, Je Ne Regrette Rien” de Edith Piaf e finalmente a entrevista no programa do Jô Soares onde sua segurança e qualidade vocal pegaram o apresentador e a platéia totalmente de surpresa.
Nasce agora no Brasil, em pleno 2011, mais um cantor das multidões, falta você perceber. Ou agora você já sabe?

Fonte: Dj Zé Pedro

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Filipe Catto e Monica Tomasi


Monica Tomasi e Filipe Catto representam duas gerações da Música Popular Brasileira. Ela, mais suave, branca, mas abusando de guitarras e versos espertos sobre amores e suas dores e levezas. Ele, intenso, dramático, representando uma alma antiga que canta boleros e tangos, como uma Dalva de Oliveira dos tempos modernos. A mistura dos dois com a Orquestra de Câmara da Ulbra pôde ser conferida no dia 4 de setembro, dentro do pomposo espaço da Associação Leopoldina Juvenil, repleto de gente de todas as idades. 

Monica abriu o espetáculo com “Quando os versos me visitam”, de Monica Tomasi e Idesio de Oliveira, com arranjo de Iuri Correa. Nascida em Porto Alegre, Monica tem quatro discos lançados e é uma artista polivalente, que trafega pela MPB, pop, rock e outros ritmos. Monica estreou na música em 1990, quando lançou o disco ''Eu Fórica'' que, no mesmo ano, a levou para São Paulo, de mala e cuia (literalmente).

A música-título de seu disco mais recente, lançado em 2006, é sobre a dificuldade de lidar com um amor perdido – difícil não se identificar. A segunda música do espetáculo é ''Guarda Chuva'', escrita por Monica Tomasi e arranjada por Daniel Wolff, violonista da Orquestra da Ulbra.

O guitarrista Fernando Peters, parceiro de composição da cantora, é um dos músicos convidados esta noite. Em seguida, houve um momento dramático com ''Negue'' que, ao contrário do que muitos pensam, não foi escrita por Maria Bethânia, a intérprete que a tornou famosa. ''Negue'' é de Adelino Moreira e Enzo dos Passos e foi escrita em 1957. Bethânia regravou-a em ''Álibi'', de 1978, um sucesso estrondoso.

Para contrabalançar o peso, era hora da suingada ''Me Ache'', de autoria de Monica, bem mais leve e serena do que ''Negue''. Igualmente linda. Agora, ''Breve Estação'', de Monica Tomasi, William Santana e Ribah Nascimento, arranjada por Pedrinho Figueiredo. A canção seguinte é ''Passos no Corredor'', do guitarrista de Monica, Fernando Peters, com arranjo de Rodrigo Bustamante. Sempre inventivo! Essa música ilustra bem o ecletismo de Mônica, já que é um rock vigoroso e Monica toca... Ukulele! Ela sorri, serelepe e animada. Um pop rock leve e descontraído que exalta o lado leve do amor. Violinos leves para contrastar com a guitarra.


O cantor revelação de 2011, Filipe Catto, sobe ao palco, ovacionado! Apenas 23 anos e um talento de gente grande! Ele abre sua participação com o bolero ''Piensa en mí'', de Agustín Lara, composto em 1943 e trilha do filme ''De Salto Alto'', de Almodóvar. Um cover também foi a escolha de Catto para dar seguimento ao show: o samba ''Duas horas da manhã'', de Nelson Cavaquinho, foi gravada por Catto em um disco-tributo ao mestre do samba dor de cotovelo. A interpretação dramática de Catto cai perfeita neste arranjo, que deixou a música num trip-hop vigoroso. 

O cover inusitado é ''Garçom'', de Reginaldo Rossi. Certamente o Rei do Brega nunca pensou numa versão tão linda e delicada como essa. Catto disse estar feliz porque, finalmente, uma das músicas de amor mais lindas ia ganhar um arranjo luxuoso e ser apresentada como deveria ser – uma pérola perdida e tachada como “cafona” quando, na verdade, reflete a dor de um amor perdido e o desespero que se segue. Catto e sua voz de contratenor emocionam a todos, que aplaudem de pé! Arrepiante a ovação que o garoto ganha!

Filipe diz que cantava ''Angie'' no chuveiro. A música dos Stones foi composta por Keith Richards em 1973 e lançada em “Goats Head Soup”. ''Angie'', ao contrário do que muitos imaginavam, é sobre a luta do guitarrista para se livrar da dependência química. Embora seja suave. A versão de Catto foi arranjada pelo músico Daniel Sá, que o acompanha como músico convidado nesta noite quente de domingo. Catto, apesar de cantar MPB, bebe da vertente do rock e diz que sua maior influência é PJ Harvey! Logo, “Angie” ficou linda e melancólica,como só um bom roqueiro saberia interpretar. 

Hora de uma canção de Filipe, ''Crime Passional'', um dramático samba que está em seu primeiro EP, lançado em 2009, também chamado ''Saga''. Aliás, hora dela, ''Saga'', canção de Catto que é trilha da novela ''Cordel Encantado'' e conta uma história de superação e garra. Grande momento! Este concerto não foi um espetáculo para corações fracos. ''E nessa saga venho com pedras em brasa/ Venho sorrindo, mas sem nunca me esquecer/ Que era fácil se perder por entre sonhos e deixar o coração sangrando até enlouquecer...'' Música intensa!

Hora de Monica e Catto cantarem juntos ''Timoneiro'', sucesso de 1996 composto por Paulinho da Viola. “Timoneiro” é do disco “Bebadosamba” – lançado depois de um hiato de seis anos do compositor e muito bem recebido pelo público e crítica. O arranjo de Vagner Cunha valoriza os violinos, mas deixa espaço pro pandeiro e cavaquinho! O arranjo é dramático e intenso. Os dois aproveitam o momento alegre e cantam ''Não sou eu quem me navega, quem me navega é o mar'' – acabam de transformar a Associação Leopoldina, toda pomposa, numa casa de samba. O público canta junto, claro.

Momento de agradecimentos e emoção, os dois solistas nunca cantaram juntos! O público aplaude em pé e a profusão de sorrisos é gigante com o baita show. Clássico e popular, inesquecível união de dois talentos da Música Popular Brasileira com a Orquestra. Quem esteve lá, não esquecerá jamais.



Fonte: Dana

O fôlego de Filipe Catto


Há pouco mais de um ano, Filipe Catto você fez um show no Teatro do Sesc, em Caxias para um público de, no máximo, 30 pessoas. Nesta semana, lançou seu primeiro CD,Fôlego, por uma das maiores gravadoras do Brasil, a Universal. Agora prepara show para rodar o país. Em breve também deve se apresentar no Exterior. Uma estrada aberta. Na entrevista que fiz por telefone, quarta-feira, perguntei a ele o que mudou nesse período de um ano. E o que vai acontecer?
Catto respondeu: Sei lá (risos). Acho que já está acontecendo. Ás vezes parece que as coisas aconteceram rapidamente, mas não foi tudo muito rápido, foi no tempo certo. Morar em São Paulo ajuda na projeção de um trabalho. Tem muito mais gente para assistir e falar. Aí, mais gente te conhece. Não estou querendo criar expectativa de números de vendagem. Isso não me compete. Quero é sentar e bolar um show legal pra mostrar meu disco. O disco é uma porta aberta para o novo. Não quero me fechar. Quero atingir o maior número possível de pessoas. Recado dado, resta ouvir a ótima performance dele.


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Fôlego primaveril


Filipe Catto tem 23 anos e lançou nesta semana seu primeiro disco, Fôlego, pela gravadora Universal. Gaúcho radicado em São Paulo, pôs oito letras próprias num CD de 15 faixas, nas quais inclui Reginaldo Rossi, Zé Ramalho, Nei Lisboa, Cachorro Grande e Apanhador Só. Fez questão de gravar com o microfone na mão, como se estivesse no palco. Jovem, com timbre agudo, sua voz produz sons intensos. É dessa intensidade que se alimenta e de onde brotam belezas da alma do artista.

3por4: O que espera desse disco?

Filipe Catto: Sendo muito sincero, estou feliz com o que está acontecendo. Foi disco gravado ao vivo, com espontaneidade. Minha preocupação era ser o mais verdadeiro possível. Esse disco me representa. Este sou eu. E isso vale o mundo.

3por4: O que sua geração traz de contribuição à MPB?

Catto: Minha geração vive um momento especial no país, com essa autoestima política e econômica. A MPB pode ser regional, mas fala com o mundo. Minha geração tem um discurso mais livre. Se um artista brasileiro quiser gravar em inglês ou juntar afoxé, música cubana e erudita, pode. O Brasil é esse caldeirão mesmo, e isso é assumido belissimamente por nós. Acho interessante artistas como a Orquestra Rumpilezz, que é da Bahia, mas absolutamente contemporânea, universal, assim como a Karina Buhr, que é uma rockstar, a PJ Harvey do Recife. Gosto de ver compositores e intérpretes surgindo na minha geração e gravando as suas coisas, ao contrário de gravar coisas de 40 anos atrás. É importante renovar.

3por4: De alguma maneira, você faz um tributo à canção brasileira, cantando por arrebatamento?

Catto: O arrebatamento é minha motivação para fazer música, gravar alguma coisa. Tudo o que gravei, meu repertório dentro e fora do disco, precisa me arrebatar, ter a ver comigo. Dia Perfeito, da Cachorro Grande, é rica em interpretação, dá para cantar com prazer e ironia, assim como Garçom, do Reginaldo Rossi. São canções que me peguei cantando no chuveiro e resolvi assumir.

3por4: Gravar Apanhador Só e Nei Lisboa é para evidenciar outros nomes bacanas daqui?

Catto: Não sou partidário. É importante apontar os compositores do Apanhador Só porque eles são excelentes, fazem coisas bonitas. Mas escolhi Nescafé por causa da letra. Aliás, essa música me escolheu. Os compositores gaúchos estão no meu disco porque eles são excelentes compositores, não porque são gaúchos. Nei Lisboa é um cara que escuto desde criança, está na minha memória afetiva. Cachorro Grande lembra o tempo que eu ia no Bambus beber. Tudo isso é espontâneo.

3por4: São as músicas que te escolhem?

Catto: Mesmo sendo compositor, tem muitas músicas minhas que não canto. O meu filtro é a comoção. O que me faz escolher uma música é a letra e o suingue, é algo instintivo. O resto não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe (risos).

3por4: Onde você quer que sua música chegue?

Catto: No coração das pessoas. Só isso.

3por4: Qual a relação possível de seu trabalho com a primavera, tema desta edição do Almanaque?

Catto: Quero que minha música faça brotar, florescer, uma certa humanidade na arte, no ouvido e no coração das pessoas.

Fonte: Pioneiro/ClicRBS

Pélico faz show no SESC Ipiranga



No próximo dia 30 de setembro Pélico, conhecido por suas canções marcantes e pelos belos arranjos trabalhados de forma precisa em seus álbuns; chega ao Teatro do Sesc Ipiranga ao lado de sua “Big Band Sem Juízo” para mais uma apresentação do seu trabalho recente, o cd “Que Isso Fique Entre Nós”. O espetáculo ganha destaque pelo encontro inusitado entre o artista e Filipe Catto, músico reconhecido nacionalmente pelo timbre raro de voz, que brinca com ritmos e gêneros com muita classe e distinção.
 
No palco, Pélico (voz, guitarra e violão) se apresenta ao lado de Jesus Sanchez (baixo), Tony Berchman (sanfona, piano elétrico e sintetizador), Richard Ribeiro (bateria), João Erbetta (guitarra), Nahor Gomes (trompete), Rubens Mattos (tuba), Douglas Antunes (trombone), Ramoska (fagote) e Bel Latorre (clarinete).
 
A apresentação traz alguns dos temas que Pélico registrou no disco “Que Isso Fique Entre Nós” e canções do segundo álbum “O Último Dia de um Homem Sem Juízo” (2008). Destaque para “Vamo Tentá”, música single do último cd; “Recado”, uma das preferidas do público; “Sem Medida”, onde o músico solta a sua voz ao lado de Filipe Catto; “Saga”, faixa hit do novo disco de Filipe e uma versão de “No Rancho Fundo”, uma homenagem a Lamartine Babo e Ary Barroso.
 
SERVIÇOS: PÉLICO – PARTICIPAÇÃO DE FILIPE CATTO
 
Local: Teatro do Sesc Ipiranga
Endereço: Rua Bom Pastor, 822 - Ipiranga
Data: 30/09 (sexta)
Horário: 21h
Faixa Etária: Não recomendado para menores de 10 anos
Preço: R$ 16 (inteira)
          R$ 8   (matriculado no SESC e dependentes, + 60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante)
          R$ 4    ( trabalhador do comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes) 

sábado, 24 de setembro de 2011

Ouça Fôlego no YouTube

Encontra-se disponível a poucas horas no canal oficial do Filipe Catto no YouTube todo o disco Fôlego para ser escutado em streaming. Para acessar o canal clique aqui!


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Show de lançamento Fôlego no RJ

Dia 10 de novembro, no Studio RJ (antigo Jazz Mania – reduto do instrumental brasileiro entre 83 e 94 e revelador de Jorge Ben e Marisa Monte) Filipe Catto fará o show de lançamento Fôlego.


UPDATE

Local: Studio RJ - Av. Vieira Souto, 110 - Arpoador

Horário: 22:00

Telefone: (21) 2523-1204

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Filipe Catto mostra timbre de contratenor em 'Fôlego'


Quando entrou em estúdio para gravar seu primeiro disco, Filipe Catto não quis cantar parado na frente do microfone, com fones no ouvido.

Preferiu gravar na sala da técnica, com um microfone de show, vendo e ouvindo a banda dentro do estúdio e cantando e caminhando com movimentos livres, levando sua interpretação de palco para dentro do disco.

Não foi à toa: com 23 anos e um registro vocal agudo --contratenor com timbre perfeito, próximo a uma voz feminina--, a intensidade de interpretação de Catto é sua maior qualidade.

Chega ao álbum de estreia, "Fôlego", recém-lançado pela Universal, já com música em novela ("Saga" toca em "Cordel Encantado", trama das seis da Globo) e admiradores conquistados com a força de suas apresentações e um primeiro EP independente lançado em 2009.

O cantor Filipe Catto, que lança seu primeiro disco


Foi há pouco mais de um ano que o cantor chegou de Porto Alegre para seu primeiro show em São Paulo.

"O disco surgiu a partir do palco, do público e das minhas observações", conta.
"O bacana nesse tempo em São Paulo foi que pude absorver bastante coisa da minha geração. Na experiência de poder cantar um repertório novo, de fazer parte de uma história que está rolando."

COMPOSIÇÕES

Autor de oito canções do disco, Catto pinça composições de conterrâneos gaúchos, como Nei Lisboa e as bandas Cachorro Grande e Apanhador Só, mas diz que a seleção "não foi partidária", mas pela força das canções.

Outras surpresas do repertório incluem uma antiga canção de Zé Ramalho e uma parceria de Arnaldo Antunes com o baixista Dadi, produtor de "Fôlego". E "Garçom", aquela, de Reginaldo Rossi.

"Estava em casa e, do nada, comecei a cantarolar essa música, como se tivesse baixado", lembra.

"Comecei a ver que era muito mais forte do que eu imaginava, passei a vê-la de uma forma diferente. A letra me remete a Maysa, Dolores Duran, uma coisa meio antiga. Na verdade, é uma irmã gêmea de 'Meu Mundo Caiu'."

Maysa é grande referência. Elis Regina é ídolo máximo. Billie Holiday foi inspiração para uma canção. Há outra dedicada a Amy Winehouse.

Mas foi quando conheceu Elza Soares, diz Catto, que entendeu o verdadeiro sentido da palavra fôlego.

"Ok, legal os nossos mortos trágicos, os que se foram e tiveram vida turbulenta. Mas ando admirando pessoas vivas que fazem música. Quero ser assim quando eu crescer. Eu admiro muito a Elza Soares porque ela está viva", afirma.

"Ela não é vítima de nada. Isso me alimenta como artista. Ela é destemida, tem uma força de viver, uma força de interpretação. Busco isso no meu trabalho. Me jogar no mundo e fazer as coisas do jeito que elas são. Desencanar e bancar a história."

FÔLEGO
ARTISTA Filipe Catto
LANÇAMENTO Universal
QUANTO R$ 20, em média

Fonte: Folha.com

DAN NAKAGAWA LANÇA COLETIVO “O OPOSTO DE DIZER ADEUS”

encarte.baixa

SOBRE O DISCO  Num momento de transformação da indústria fonográfica no que se refere a forma de se comprar e ouvir música onde a fisicalidade do álbum vem perdendo espaço para o mp3 e a própria produção musical ganha liberdade criativa com os estúdios caseiros, Dan Nakagawa lança o projeto coletivo “O Oposto de Dizer Adeus” que inclui um disco totalmente feito em casa com todas as sutilezas, poesias e imperfeições que a produção independente permite acompanhado de 10 clipes.  Dan mergulha na filosofia de Heráclito e Nietzsche para escrever suas letras e mantém a influência da música setentista brasileira (Gal Costa, Secos e Molhados, Jorge Mutner, Caetano Veloso), inglesa (Beatles, Jethro Tull e Rolling Stones), americana (Janis Joplin, Jimmy Hendrix) e do Jazz de Chet Baker e Billie Holiday. O disco conta com as participações da cantora Tulipa Ruiz, Blue Bell, Pélico e Nelo Johan e algumas composições com parcerias de Celso Sim (Assim Assim), Nelo Johan (Two Thousand Miles Between Smiles) e Daniel Oliva (Nossa Vida Toda). Para produzir os clipes, Dan se juntou a diretores de cinema, artistas plásticos, músicos e fotógrafos para a criação de 10 videoclipes (um para cada música) que traduzissem em imagem a poética do disco. Todas as faixas e clipes estarão disponíveis para download gratuito na internet. O disco físico sai pela YB Music em junho de 2011.

SOBRE O SHOW É nesse cenário da desmaterializacão do CD que Dan Nakagawa prepara o lançamento do projeto coletivo “O OPOSTO DE DIZER ADEUS” com um show transmitido ao vivo pela internet pelo site UOL e projeção dos clipes produzidos. Além das canções do disco, Dan apresenta releituras de Tropicália (Caetano Veloso), Cotidiano (Chico Buarque) e Leaving on a Jet Plane (John Denver). O show contará com a participação de vários artistas da nova geração que tem despontado no cenário musical como Tulipa Ruiz, Blue Bell, Pélico e Filipe Catto.

Fonte: Dan Nakagawa

Novo site no ar


Tirando um pouco o fôlego de nosso blog, está no ar o novo site do Filipe Catto. Com agenda atualizada, fotos, videos e sua própria "news" o site em breve terá disponível o primeiro CD do cantor para ouvir on line. Acesse: www.filipecatto.com.br

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Conheça um pouco mais do cantor FILIPE CATTO, que está despontando com tudo o que tem direito e revolucionando a música no Brasil


Filipe Catto tem apenas 23 anos, mas sua relação com a música vem desde criança – afinal, seus pais são músicos. No entanto, começou a expor seu trabalho próprio em 2005, em um projeto literário-musical de Porto Alegre chamado Sarau Elétrico. A primeira música que gravou para distribuir para amigos e conhecidos – no estúdio que ficava em sua casa, presente do pai – foi “Glory Box” doPortishead, e assim deu início à sua carreira, no boca a boca da web.

Seu primeiro EP, “Saga” – que tem a qualidade de um CD comercial, mas com menos músicas –, tem uma mistura de sonoridades latinas, como samba e tango. Sua música é lírica, dramática e passional, e suas apresentações ao vivo beiram o teatral. “Busquei transformar lamentos melancólicos em dramas. A melancolia é cinza e opaca, enquanto o drama é quente e vibrante”, disse em entrevista ao “Jornal do Brasil”.

A comparação de sua voz com a de Ney Matogrosso é óbvia e inevitável, porém verdadeira, com sua afinação e agudos limpos. E é dele a composição de todas as sete letras do disco, com exceção de“Ascendente em Câncer”, feita através de um texto de Fernando Calegari.

Se não fosse pela personalidade forte e as apresentações tão enfáticas, sua música poderia facilmente cair no brega, mas não é o que acontece. Suas letras são de extrema paixão, daquelas de vida ou morte, ame-o ou deixe-o. Como na letra da música “Saga”: “Se eu soubesse que o amor é coisa aguda, que tão brutal percorre início, meio e fim; destrincha a alma, corta fundo na espinha, inebria a garganta, fere a quem quiser ferir”.

Agora, FILIPE chegou com tudo em 2011 para elevar o padrão da música brasileira com uma mistura de samba ao jeito gaúcho e tango, lembrando LUPICINIO em seu último CD…vamos ainda ouvir falar muito dele !!!…com toda certeza !!!…sua voz lembra muito a mistura fina de ELIS e NEY MATAGROSSO !!!




FILIPE CATTO : voz maravilhosamente aguda/limpa e um swingue único, está lançando seu novo CD…guarde muito bem este nome e compre já !!!


Fonte: Blog BNPress


FILIPE CATTO: LAJEADENSE?


“ Quando tem lajeadense fazendo sucesso acho importante divulgar. Como curto o teu blog e fico sabendo "tudo" da terrinha por lá, hehehehe, resolvi te enviar.” Jaqueline de Melo Braun




Filipe Catto está com duas músicas em trilhas sonoras de novelas da Globo: a regravação de Recado, de Gonzaguinha, que embala as cenas da protagonista de Fina Estampa, Griselda, vivida por Lilia Cabral e Saga em Cordel Encantado.

O cantor começou a carreira como compositor e intérprete no Sarau Elétrico, do bar Ocidente. Passou oito meses em Nova York e, aos 23 anos, o gaúcho nascido em Lajeado e criado em Porto Alegre vive em São Paulo.

domingo, 18 de setembro de 2011

Eu Implodo, Dois e Superfície

Que Filipe Catto começou a se divulgar pela intenet, todo mundo já sabe, agora com quais mp3, nem todo mundo assim... Se vc não conheçe, baixe agora três gravações antigas do cantor: Eu Impodo, Dois e Superfície


UPDATE


Aproveitando, está rolando pela internet a mp3 da versão do vídeo de Adoraria. Se você ainda não tem, baixe aqui.

sábado, 17 de setembro de 2011

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Nas Prateleiras...

No shopping Iguatemi/Campinas na loja SARAIVA MEGA STORE já está disponível o disco Fôlego por R$19,90.


A página oficial do Filipe Catto já está no ar servindo de teaser. O site novo está chegando!


www.filipecatto.com.br

Veja Filipe Catto no Jô

Ontem Catto ficou pela segunda vez nos Trends do Twitter por causa de sua participação no Programa do Jô (a primeira vez foi por causa de sua aparição no Altas Horas). Se você não assitiu, poderá conferir toda a participação do cantor nos videos abaixo.

UPDATE

Filipe Catto comenta o lançamento de seu primeiro disco


Ainda menino, Filipe Catto cantava em festas e bailes com seu pai. Quando cresceu, colocou uma canção na internet e acabou virando notícia. Agora, está lançando seu primeiro CD, com muitas composições próprias, acompanhadas por sua voz incomum e delicada.
Durante a entrevista, Filipe Catto contou que começou a cantar em casa com seu pai e com seu irmão. O cantor também comentou sobre o timbre da sua voz. “O meu é o contratenor, que é o homem que canta com uma voz aguda. É o oposto da Ana Carolina”.
Filipe ainda revelou alguns fatos engraçados que já aconteceram na sua carreira e deu palinhas de “Saga”, “Johnny, Jack & Jameson” e “Garçom”.







 

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Filipe Catto no programa do Jô




Nesta quarta-feira, dia 14 de setembro, Jô Soares entrevista Veridiana Toledo, Filipe Catto e Guto Lins.
A atriz Veridiana Toledo, foi campeã de vários esportes na adolescência. Também vendia brigadeiros na escola e fazia barraquinha na porta de casa para vender coisas da família, levando os parentes à loucura. Em Londres, onde viveu, foi garçonete e baby sitter dos filhos do cantor Brian Ferry – morou com a família e viajava com eles. Também morou em Cuba. Está em cartaz em duas peças: “Meu trabalho é um parto” e “As Feiosas”.
Ainda menino, Filipe Catto cantava em festas e bailes com seu pai. Quando cresceu, colocou uma canção na internet e acabou virando notícia. Agora, está lançando seu primeiro CD, com muitas composições próprias, acompanhadas por sua voz incomum e delicada.
O designer, ilustrador e escritor Guto Lins fala sobre seus livros da coleção “Família” e “Eros & Psiquê” – segundo o padrinho Ziraldo, “o primeiro livro do século 21”.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Fôlego


A voz de Filipe Catto é impressionante.
Não só por sua interpretação intensa como também pelo timbre raro – um contratenor, como notei quando escrevi este texto sobre ele na Folha Ilustrada, há pouco mais de um ano, quando era um recém-chegado do Rio Grande do Sul com um EP gravado.
Agora, com 23 anos, Filipe está lançando seu primeiro álbum, Fôlego, pela major Universal, saindo em setembro, mais um pra lista de 2011.
Produzido pelo multiinstrumentista e leãozinho Dadi, com sonoridade acústica de piano, bandolim, contrabaixo acústico e mais a guitarra de Guilherme Held, Filipe canta histórias e canções por climas e estilos, blues, fado, cabaré, drama de samba-canção, emoção derramada velha e nova, interpretada e real, atemporal.
Compositor, em seu disco canta ainda versão de “Dia perfeito”, dos conterrâneos de Porto Alegre da Cachorro Grande, imagina.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

"Adoração" no Sonora e capa revelada(?)

Está disponivel para ouvir online a música "Adoração" do Filipe Catto no site Sonora. O mais curioso é a capa utilizada no site. Trata-se de uma imagem de um tigre com o nome do disco no centro. Vale lembrar que o avatar do Catto no Facebook também é um tigre. Temos, enfim, a capa oficial?





PÉLICO - PARTICIPAÇÃO DE FILIPE CATTO

Lançamento de “Que isso fique entre nós”, terceiro álbum do cantor, compositor e multiinstrumentista paulista. Produzido por Jesus Sanchez, o trabalho apresenta uma marcante capacidade de dialogar com as mais diversas influências musicais. Com Pélico (voz, guitarra e violão), Jesus Sanchez (baixo), Tony Berchmans (sanfona e teclado), Regis Damasceno (guitarra), Richard Ribeiro (bateria), Bel La Torre (clarinete), Ramoska (fagote), Rubens Mattos (tuba), Paulo (trombone) e Gustavo (trompete). Teatro.

SESC Ipiranga

Dia 30/09
Sexta às 21h

R$ 16,00 [inteira]
R$ 8,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 4,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
Ingressos à venda a partir de 01/09.

Fonte: SESC SP

Filipe Catto lança disco de estreia neste mês


Filipe Catto é gaúcho de 23 anos, e no dia 20 de setembro vai lançar “Fôlego”, seu CD de estreia, pela gravadora Universal Music.

O cantor atualmente integra a trilha sonora da novela “Cordel Encantado” com a música “Saga”.
O primeiro trabalho do cantor conta com 15 faixas, que misturam samba-canção com tango, blues e jazz. Música de qualidade!

Fonte: Nova Imprensa

sábado, 10 de setembro de 2011

Catto dedica a Elza 'Fôlego', álbum produzido por Dadi com Paul Ralphes



Gaúcho radicado em São Paulo (SP), o cantor e compositor Filipe Catto chega com Fôlego ao mercado fonográfico para ser a bola da vez na cena pop brasileira com seu canto andrógino. Fôlego é o título do primeiro álbum de Catto. Gravado nos estúdios Paulinas - Comep em São Paulo (SP), com produção dividida entre Dadi e Paul Ralphes, o disco vai ser lançado pela gravadora Universal Music na segunda quinzena deste mês de setembro de 2011. Sérgio Guidoux se juntou à dupla de produtores para pilotar as faixas Saga (tango que deu nome ao EP lançado pelo cantor em 2009 e que foi propagado na trilha sonora da novela Cordel Encantado) e Crime Passional, duas músicas de autoria de Catto. O artista - visto em foto de Caroline Bittencourt - assina também AdoraçãoRoupa do Corpo e Johnny, Jack & Jameson, entre outros temas. Além de cantar suas próprias músicas, Catto incursiona pelos repertórios de Zé Ramalho (Ave de Prata, música que batizou em 1979 o primeiro álbum de Elba Ramalho), Reginaldo Rossi (Garçom, um dos maiores hits de Rossi), Nei Lisboa (Rima Rica Frase Feita), Arnaldo Antunes (2 Perdidos, parceria com Dadi) e da banda gaúcha Cachorro Grande (Dia Perfeito, tema da lavra do guitarrista Marcelo Gross, conterrâneo de Catto). O artista dedica o disco a Elza Soares. "Este disco é dedicado a Santa Terezinha do Menino Jesus e à força imensurável da mestra guerreira que, em apenas um encontro, me mostrou o que significa fôlego: Elza Soares”, diz a dedicatória escrita por Filipe Catto para o encarte do CD.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Capa divulgada de Fôlego ainda não é a verdadeira



E quando a gente pensa que as surpresas acabaram, eis que surge uma nova. Esta capa que estamos divulgando como a original, na verdade é uma sobrecapa. A arte do disco foi idealizada pelo próprio cantor, o que aumenta nossa expectativa.

Pré-venda de Fôlego no Saraiva e Cultura


Está em pré-venda, o disco Fôlego, no site da Livraria Saraiva por R$19,90 e no Livraria Cultura por R$22,90


FôlegoO primeiro CD de Filipe Catto, jovem cantor e letrista de 24 anos de timbre raro e canto afinadíssimo. Compositor da maior parte das músicas do CD. Regravações de músicas de Arnaldo Antunes, Zé Ramalho e Reginaldo Rossi. Sua música 'Saga' está na trilha sonora da novela Cordel Encantado, tema de Débora Bloch. Além de cantor, Filipe é designer formado e criou todo o conceito do seu CD de estreia. O cantor tem como referências musicais Cássia Eller, Elis Regina, Janis Joplin, Bethânia, P. J. Harvey e Maysa.


Faixas do CD:


1. Adoração
2. Gardênia Branca
3. Johnnie, Jack & Jameson
4. Redoma
5. Juro por Deus
6. 2 Perdidos
7. Alcoba Azul
8. Saga
9. Nescafé
10. Garçom
11. Crime Passional
12. Roupa do Corpo
13. Rima Rica/Frase Feita
14. Dia Perfeito
15. Ave de Prata

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Revelado em trilha de novela, Filipe Catto lança disco de estreia neste mês

O cantor gaúcho Filipe Catto está dando um novo salto na carreira, que começou na internet. No dia 20 de setembro, o artista de 23 anos vai lançar “Fôlego”, seu CD de estreia, pela gravadora Universal Music.



Catto, que começou a cantar com o pai em festas e bailes de Porto Alegre, deu o primeiro passo para sair do anonimato com a publicação de um EP com sete faixas na web, em 2009. A convite de Mariozinho Rocha, diretor musical da TV Globo, o cantor atualmente integra a trilha sonora da novela “Cordel Encantado” com a música "Saga", da época do EP virtual. A canção é o apaixonado tema de Úrsula, personagem interpretada por Débora Bloch.

“A minha expectativa com esse disco é tocar as pessoas de uma forma honesta e de me reconhecer neste trabalho”, escreveu o músico no texto de divulgação de “Fôlego”, em que solta a garganta em 15 faixas, que misturam samba-canção com tango, blues e jazz. “Este é um disco de várias histórias e o que dá a liga é a minha interpretação”, revelou.

O cantor ainda conta que “Adoração”, canção que abre o álbum, é uma das composições que mais o agradou: "É uma das coisas mais surpreendentes que veio da minha criação. Gosto muito dessa música”, completou o artista.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Wallpaper - Filipe Catto

Eu localizei esta foto lindíssima na rede por esses dias e gostaria de compartilhar com vocês. Acredito que a fotógrafa seja a Luiza.

Esta foto tem qualidade ótima para wallpaper.

A dica é a seguinte:
Portanto, é só clicar sobre a imagem que o tamanho real será mostrado. Salve-a num diretório de sua escolha. Abra-a no visualizador do Windows, clique em seguida no botão direito de seu mouse sobre a foto e escolha a opção Definir como pano de fundo ou algo do gênero. Pronto! A foto irá se adaptar conforme o tamanho de seu desktop.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Filipe Catto com Orquestra de Câmara da Ulbra

No último dia 04 em Porto Alegre o Filipe Catto realizou uma apresentação com a Orquestra de Câmara da Ulbra, abaixo estão dois vídeos desta apresentação que certamente foi muito especial a todos os envolvidos.


Garçom


Piensa En Mí

Saga - Versão Orquestra


Timoneiro



Duas Horas da Manhã


Crime Passional

ADORAÇÃO

Hoje também tivemos o privilégio de ver e ouvir mais uma música do disco Fôlego. Música esta, que se chama Adoração, que segundo o artista, foi a última canção composta para esta nova saga do cantor e compositor Filipe Catto. No qual, é a track que abre o disco. Este disco pelo jeito promete muito!

Adoração - Filipe Catto

Makin' Of de FÔLEGO

Hoje foi disponibilizado na internet mais um material que compõe o teaser do mais recente trabalho fonográfico de Filipe Catto. Prestes ao lançamento do mesmo, estamos tendo a oportunidade de acompanhar o "nascimento" deste disco no qual ter Fôlego para tanto é pouco.


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Ney Matogrosso sobre Filipe Catto

03/11/09


Avesso às conversas virtuais, Ney Matogrosso prefere usar a internet como fonte para conhecer novos artistas. Dessa colheita, cita descobertas como as do alagoano Vitor Pirralho, dublê de rapper e professor de literatura brasileira, e o gaúcho Filipe Catto, cantor e compositor que acaba de lançar seu primeiro álbum, “Saga” – no qual a voz aguda e a interpretação dramática remetem ao trabalho do próprio Matogrosso.


“Vejo que ele tem talento, é muito novinho (22 anos), mas tem muitas possibilidades. Ele tem um tipo de drama que eu uso de vez em quando”, comenta Ney Matogrosso.


Fonte:  Clic RBS

domingo, 4 de setembro de 2011

Fim do mistério para FÔLEGO, o novo disco de Catto



Fim do mistério! Neste último sábado foi disponibilizado na rede a possível capa do disco Fôlego (imagem da esquerda), de Filipe Catto, juntamente com o setlist das músicas que compõe o disco. O mesmo começou a ser comercializado a partir de R$21,00. Claro que ainda não há em estoque, mas já poderá ser avisado assim que o mesmo se disponibilizar.



SetList das músicas que irá compor o disco:


1. Adoração
2. Gardênia Branca
3. Johnnie, Jack & Jameson
4. Redoma
5. Juro por Deus
6. 2 Perdidos
7. Alcoba Azul
8. Saga
9. Nescafé
10. Garçom
11. Crime Passional
12. Roupa do Corpo
13. Rima Rica/Frase Feita
14. Dia Perfeito
15. Ave de Prata


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Prévia do NOVO CD de FILIPE CATTO

FÔLEGO. Esta será a nova saga de FILIPE CATTO que será lançada pela UNIVERSAL MUSIC agora em setembro. Pelo título do disco podemos aguardar muita coisa boa por aí e boas surpresas, por sinal. Logo, é preferível que tu guardes o teu fôlego para se deliciar com este CD.
Nos vídeos abaixo nós temos uma prévia do que vem neste próximo trabalho fonográfico do artista. Agora a ansiedade para conferir este material é inevitável... Vamos aguardar!!!! Que venha logo o lançamento do disco!!!!


SAGA - Versão 2011

Redoma - Teaser I

Teaser II - Entrevista

Monica Tomasi e Filipe Catto com Orquestra de Câmara da Ulbra se apresentam neste domingo, 4, em Porto Alegre



Prossegue neste domingo, 4 de setembro, a décima temporada dos Concertos Populares, projeto cultural apresentado desde 2001 promovendo o encontro entre artistas populares e a Orquestra de Câmara da ULBRA.

Desta vez quem sobe ao palco da Sala de Concertos do Leopoldina Juvenil é a cantora e compositora Monica Tomasi e Filipe Catto, jovem revelação como cantor e compositor.

Filipe, 23 anos, fez suas primeiras aparições em 2005. Tem um EP de sete músicas gravado em 2009, onde assina a maioria das composições. Com sua voz peculiar e dono de um estilo muito próprio de interpretar, vem despertando a atenção no meio musical. A música “Saga”, que dá nome ao EP, faz parte da trilha sonora da novela Cordel Encantado.

Monica por sua vez, tendo lançado 04 discos e assinado a trilha sonora de várias peças teatrais, reafirma uma proximidade permanente com a música brasileira contemporânea. Seus trabalhos tem mostrado uma artista em constante evolução.

No programa de Monica estão canções como “Breve Estação”, “Me Ache” e “Negue”. Filipe interpretará “Saga”, “Duas Horas da Manhã” e “Angie”, entre outras.

Os arranjos são assinados por Alexandre Ostrovski, Arthur Barbosa, Daniel Sá, Daniel Wolff, Iuri Correa, Pedrinho Figueiredo, Michel Dorfman, Rodrigo Bustamante e Vagner Cunha. A regência é do maestro Tiago Flores.

Esse é mais um concerto imperdível, cujo ingresso é 01 kg de alimento não perecível. Um espetáculo musical de qualidade que tem como custo um gesto de solidariedade.

A temporada de 2011 foi viabilizada pelo financiamento do Sistema Pró-Cultura e conta com realização da Cida Planejamento Cultural.

Quando: 04 de setembro (domingo) – 19h
Onde: Sala de Concertos da Associação Leopoldina Juvenil - Rua Marquês do Herval, 280
Valor: 01 kg de alimento não perecível
Troca de ingressos: Ulbra - Prédio 14, sala 321. De 31 de agosto a 02 de setembro- das 08h às 12h e das 13h às 19h.

Central de Eventos da Associação Leopoldina Juvenil. De 31 de agosto a 03 de setembro - De quarta a sexta-feira de 9h às 18h e sábado de 9h às 13h. Dia 04 de setembro, domingo, a partir de 16h.